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segunda-feira, 25 de março de 2013

PLANO INOVA EMPRESA - INVESTIMENTO EM INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

O QUE É?

O Inova Empresa é um plano de investimento em inovação do Governo Federal que prevê a articulação de diferentes ministérios e a disponibilização de apoio financeiro por meio de crédito, subvenção econômica, investimento e do financiamento a instituições de pesquisa. Até 2014 serão aplicados mais de R$ 30 bilhões em inovação.

PARA QUEM?

Os recursos são destinados a empresas brasileiras de todos os portes que tenham projetos inovadores. O plano apoia setores considerados prioritários pelo Governo, como Saúde, Aeroespacial, Energia, Petróleo e Gás, Tecnologia Assistiva e Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). O pacote está diretamente alinhado com os esforços da FINEP – Agência Brasileira da Inovação na promoção do desenvolvimento nacional por meio do financiamento público a projetos de C,T&I.

QUANDO?

Já é possível se candidatar a uma parcela desses recursos, através dos programas e editais já divulgados. Para facilitar o acesso e desenvolver potencialidades locais, a FINEP dispõe de uma política operacional, que apresenta as formas de apoio disponíveis, e aposta na integração de diferentes instrumentos e na descentralização da aplicação financeira.

QUAIS SÃO OS INSTRUMENTOS?

INOVA BRASIL

Por meio do Inova Brasil, a FINEP oferece financiamento reembolsável, ou seja, empréstimos em condições altamente competitivas para o apoio às atividades inovadoras das empresas brasileiras. Os juros podem variar de 2,5 a 5% ao ano, com até 48 meses de carência e até 120 meses para pagar. A FINEP apoia variadas atividades relacionadas ao desenvolvimento tecnológico: desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços; aprimoramento de produtos, processos e serviços; e produção e comercialização pioneiras.

INOVACRED

Através desse programa, a FINEP está selecionando agentes financeiros (Bancos de Desenvolvimento, Agências Estaduais de Fomento e Bancos Estaduais Comerciais com carteira de desenvolvimento), descentralizando a atividade de crédito. O primeiro agente credenciado é o BADESUL. Cada agente terá recursos disponibilizados no valor de até R$ 30 milhões para o financiamento de empresas com receita operacional bruta de até R$ 90 milhões. A meta é, em cinco anos, financiar quase duas mil empresas inovadoras.

TECNOVA

O TECNOVA, lançado em setembro de 2012, conta com R$ 190 milhões (recursos da subvenção econômica) para aplicação em micro e pequenas empresas. Ele vai possibilitar o desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos que agreguem valor aos negócios e ampliem seus diferenciais competitivos. O Programa será operado por parceiros descentralizados em cada estado da Federação.

INOVA PETRO

Uma ação de integração de instrumentos e instituições já acontece no INOVA PETRO, programa que envolve recursos da FINEP (nas modalidades de crédito, subvenção econômica e cooperativo ICT-Empresa) e do BNDES, com apoio técnico da Petrobras. O primeiro edital do programa foi lançado em agosto de 2011. Após o encerramento de sua primeira etapa, foi recebida uma demanda de R$ 2,7 bilhões por meio de 37 cartas de manifestação de interesse.

TECNOLOGIA ASSISTIVA

Em novembro de 2012, a FINEP lançou uma chamada pública que vai financiar empresas brasileiras no desenvolvimento de produtos inovadores relacionados a esportes paralímpicos. A ideia é promover a inclusão social das pessoas com deficiência. Ao todo, serão destinados R$ 20 milhões em recursos não reembolsáveis da subvenção econômica.

SUBVENÇÃO

A FINEP irá apoiar com cerca de 150 milhões de reais em recursos não reembolsáveis projetos de empresas de qualquer porte nas áreas de Nanotecnologia, Biotecnologia, Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), Construção Sustentável e Saneamento Ambiental.

Fonte: http://www.finep.gov.br

segunda-feira, 4 de março de 2013

Inovação ganha crédito centralizado

A presidente Dilma Rousseff pretende lançar em março o programa de apoio a inovação que coordenará o financiamento ao setor privado por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Financiadora de Estudos e projetos (Finep). “Quero fazer com a inovação o mesmo que fizemos com o Bolsa Família”, disse Dilma, em reunião com os encarregados do programa, no dia 26 de fevereiro, referindo-se ao modelo centralizado de financiamento que será anunciado. O pacote de inovação será divido em seis editais, um para cada setor beneficiado: petróleo e gás, etanol, energias renováveis, defesa e aeroespacial, saúde, tecnologia da informação e comunicações. Estimado em R$ 27,5 bilhões, o programa poderá, conforme avaliação de um assessor da Presidência da República, ultrapassar os R$ 30 bilhões. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) está coordenando o plano, junto com a presidente.

A principal novidade, além do reforço de verbas, será a centralização da administração desses recursos, que permitirá aos beneficiários negociar em um só guichê a combinação de diferentes modalidades de financiamento - de verbas a fundo perdido para associações com instituições de pesquisa a participação acionária do BNDES e Finep em projetos relevantes. O modelo foi testado em dois programas-pilotos lançados em 2011, nos quais o BNDES e a Finep atuaram coordenados no financiamento de projetos associados a centros de pesquisa: o Inova-Petro, para o setor de petróleo, e o Paiss, o programa de incentivo à competitividade do setor sucroalcooleiro.

Os técnicos do governo apelidaram o programa de “porta única” de entrada no sistema de apoio e financiamento à inovação. Na prática, os interessados poderão reunir no mesmo plano de negócios as diversas modalidades de apoio oficial, como recursos não reembolsáveis (para centros de pesquisa associados a grandes empresas), subvenção econômica (para empresa menores ligadas a e desenvolvimento tecnológico), créditos do Programa de Sustentação do Investimento do BNDES e até, em alguns casos, a participação societária da Finep e do BNDES em projetos de empresas tecnológicas ou tecnologia.

O programa reunirá, além de pelo menos R$ 20 bilhões em recursos novos destinados ao BNDES e Finep, recursos já existentes, como os depósitos obrigatórios das concessionárias de energia e telecomunicações reunidos em fundos controlados pelas agências reguladoras para pesquisa e desenvolvimento, recursos para inovação incluídos no plano de safra gerido pelo Banco do Brasil, e o orçamento do Sebrae para inovação de micros e pequenas empresas.

A maior parte dos recursos novos virá do PSI, pelo qual o BNDES financia aquisição e máquinas e equipamentos. O PSI inclui os financiamentos da Finep destinados à inovação e tem validade até dezembro de 2013. O Congresso analisa a Medida Provisória 594, que amplia em R$ 85 bilhões o limite dos financiamentos do programa, cujo orçamento inicial é de R$ 227 bilhões. Cerca de R$ 3 bilhões serão recursos a fundo perdido para projetos empresariais em associação com universidades. Há, ainda, créditos subsidiados para outras etapas do desenvolvimento tecnológico de produtos e processos.

O cálculo final dos recursos que formarão o pacote de apoio a investimentos em inovação será concluído nos próximos dias, por ordem de Dilma, pelos ministros da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, e do Desenvolvimento, Fernando Pimentel. Eles participaram da reunião ontem com a presidente, em que foram apresentadas as propostas de apoio à inovação formuladas pelos técnicos dos dois ministérios.

Fonte: http://www.anpei.org.br - Com informações do Valor Econômico

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Finep seleciona 21 instituições para descentralizar subvenção

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) divulgou uma lista com 21 entidades a serem responsáveis pelos repasses relacionados ao novo programa de subvenção econômica para micro e pequenas empresas – batizado de Tecnova – lançado no ano passado incentivar para o desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos, enfim, atividades inovadoras.

A escolha dessas entidades – foi lançada uma carta-convite em setembro do ano passado – busca descentralizar as operações em cada estado. O objetivo é firmar parcerias nos estados com essas instituições que vão promover a escolha das empresas por meio de editais. São 21 instituições – seis delas nas regiões Sul e Sudeste, as demais no Centro-Oeste, Nordeste e Norte.

A meta global é que cerca de 700 empresas sejam apoiadas em todo o território nacional. Elas receberão, cada uma, recursos que variam de R$ 120 mil a R$ 400 mil. As empresas contempladas pelos parceiros estaduais terão até dois anos para executar os projetos de inovação tecnológica.

O Tecnova é um programa lançado em setembro de 2012 e conta com R$ 190 milhões em recursos da Subvenção Econômica para aplicação em micro e pequenas empresas (faturamento anual até R$ 3,6 milhões.

O valor da subvenção às empresas, com recursos da Finep e mediante contrapartida das firmas, será entre R$ 120 mil e R$ 400 mil. A meta do programa é de contratar 800 empresas para o desenvolvimento de produtos ou processos inovadores.

Além dos recursos da Financiadora, o Sebrae participará de forma complementar com mais R$ 50 milhões, valor de utilização não obrigatória pelas empresas selecionadas, e que será voltado a atividades de gestão de negócio.

A Finep alocará também verba adicional que totaliza R$ 19 milhões – oriunda de Ação Transversal do FNDCT –, para estruturação, administração e consolidação dos agentes locais.

Confira a lista das 21 instituições selecionadas:

Região: Sudeste e Sul
RS - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul
ES - Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo
SC - Fundação de Amaparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina
MG - Fundação de Amaparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Minas Gerais
PR - Fundação Araucária
RJ - Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro

Região: Centro-Oeste, Norte e Nordeste
PB - Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba
AL - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas
PE - Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia
PA - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará
SE - Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe
MT - Fundação de Amparo à Pesqisa do Estado do Mato Grosso
MA - Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão
GO - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás
AM - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas
MS - Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de MS
RN - Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte
TO - Instituto Euvaldo Lodi - Núcleo Regional do Tocantins
DF - Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico
CE - Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará
BA - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia


Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br - 20/02/2013 - Com informações da Finep.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

FINEP tem R$ 8 bi de crédito para financiar empresas inovadoras

A FINEP reafirma para 2013 a decisão de apoiar e ampliar o crédito para empresas com foco em inovação. Esta política se reflete em números. Para novas operações de crédito, a financiadora vai oferecer recursos de R$ 8 bilhões para contratações e espera desembolsar mais de R$ 5 bilhões, de acordo com as novas políticas do governo.

Esses recursos vêm de diversas fontes de captação, como o PSI (Plano de Sustentação do Investimento), com cerca de R$ 4 bilhões. Compõem ainda o orçamento recursos próprios, além de outros vindos do FAT, Funttel e FNDCT. O anúncio dos recursos foi feito em conjunto com o lançamento de um novo programa de crédito para micro, pequenas e grandes empresas, o INOVACRED.

A partir de 1º de janeiro, os projetos de inovação, financiados com recursos do PSI, serão contratados com taxas de juros de 3,5%, consideradas as menores do mercado. O prazo para pagamento é de até 10 anos com quatro de carência.

Os novos limites foram definidos pela Resolução Nº 4.170, de 20/12/12, editada pelo Banco Central, que estabelece as condições necessárias à concessão de financiamentos passíveis de subvenção econômica com equalização das taxas de juros.

Com isso, a FINEP dobrou de R$ 3 bi para R$ 6 bi o limite de concessão de crédito com taxas de juros subsidiados , “o que permite que a financiadora contrate até R$ 8 bi em 2013”, garante o diretor de Administração e Finanças da FINEP, Fernando Ribeiro.“O compromisso da FINEP é ampliar a oferta de recursos e até correr riscos com as empresas dispostas a inovar”, esclarece o diretor.

Há boas novas também vindas das operações sem retorno. A FINEP executou 100% do orçamento do FNDCT de 2012, considerando os limites fiscais. O orçamento inicial era de R$ 2,8 bi, mas o Governo autorizou a execução de R$ 2,1 bilhões, que foram totalmente comprometidos.

Fonte: http://www.finep.gov.br/imprensa/noticia.asp?cod_noticia=3096

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Finep muda subvenção e lança edital de R$ 190 mi para inovação em pequenas empresas

Novos editais deverão contemplar setores como exploração do pré-sal, saúde e biotecnologia

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) está modificando seus instrumentos de estímulo à inovação tecnológica por meio da subvenção econômica com o lançamento de editais setorizados. Uma das primeiras iniciativas da empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) nesses moldes é o Programa de Apoio à Inovação Tecnológica em Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Tecnova), lançado no final de setembro, que prevê a destinação de R$ 190 milhões para firmas com faturamento bruto anual de até R$ 3,6 milhões.

Esse montante faz parte de um total de R$ 1,2 bilhão anunciado na semana passada pelo ministro Marco Antonio Raupp (MCTI) para o fomento à inovação tecnológica de pequenas e médias empresas (PME) com liberação prevista até 2014, o que representa cerca de R$ 400 milhões por ano. O edital da Tecnova é o primeiro de uma série de programas de subvenção econômica divididos por setor, que serão lançados em 2013, contemplando outras cadeias produtivas, como, por exemplo, as de exploração da camada do pré-sal, de saúde, de biotecnologia e de defesa.

Foco em segmentos inovadores

Depois de cinco editais nacionais de subvenção econômica lançados entre 2006 e 2010, a Finep identificou a necessidade de mudança no formato desse instrumento — voltado à aplicação de recursos públicos não reembolsáveis diretamente em empresas inovadoras, compartilhando custos e riscos. "Percebemos que é mais importante agora alocar os recursos de subvenção de forma mais focada e estruturada em segmentos que precisam realmente desenvolver a inovação", afirmou Marcelo Camargo, chefe do Departamento de Operações de Subvenção da Finep, em entrevista a Inovação Unicamp. "Por meio dessa divisão setorial, temos a possibilidade de alocar os recursos de maneira mais eficiente e mais específica."

Com isso, outros programas de subvenção não devem ser reeditados, como Primeira Empresa Inovadora (Prime), Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas na Modalidade Subvenção a Micro e Pequenas Empresas (PAPPE Subvenção) e Programa de Subvenção à Pesquisa em Microempresas e Empresas de Pequeno Porte nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste (PAPPE Integração).

Gestão descentralizada

Outra novidade da agência é a opção pela descentralização da gestão do programa entre entidades locais. Para promover esse repasse de R$ 190 milhões do Tecnova, a Finep lançou uma carta convite com o objetivo de firmar parcerias nos Estados com instituições que promovam a escolha das empresas por meio de editais e façam a distribuição dos recursos. A ideia é descentralizar as ações e aumentar a capilaridade do programa de concessão de subvenção.

As empresas contempladas pelos parceiros estaduais terão até dois anos para executar os projetos de inovação tecnológica. O valor da subvenção às empresas, com recursos da Finep e mediante contrapartida das firmas, será entre R$ 120 mil e R$ 400 mil. A meta do programa é de contratar 800 empresas para o desenvolvimento de produtos ou processos inovadores. "Ao descentralizar, nós conseguimos ter um acesso a esse conjunto de empresas de forma mais eficiente, o que será feito pelas entidades locais. Acreditamos que esse número de empresas da meta é expressivo, comparando com o estoque que temos de cinco anos dos últimos editais da Finep", explicou Camargo.

Divisão por segmentos estratégicos

A alocação dos recursos do Tecnova deverá ser feita na proporção de 40% para projetos das áreas de petróleo e gás, energias alternativas e tecnologia da informação e comunicação (TIC), áreas prioritárias do Plano Brasil Maior e da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação do MCTI; e de 60% para outros cinco temas de interesse estratégico local, de acordo com a política de inovação de cada Estado.

Para auxiliar na capacitação e gestão das empresas, o edital prevê mais R$ 50 milhões em ação conjunta com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Até o início de novembro, a Finep estima já ter definido com o Sebrae quais produtos poderão ser oferecidos às empresas selecionadas que precisem de ajuda na gestão. Esse apoio deverá ser prestado em até 18 meses após a contratação das PME. A Financiadora também vai destinar uma verba adicional de R$ 19 milhões, proveniente da Ação Transversal do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), para estruturação, administração e consolidação dos agentes estaduais que coordenação os processos.

Balanço da subvenção

Os cinco editais nacionais de subvenção econômica lançados até 2010 atenderam 800 empresas de todos os portes, sendo 74% delas (aproximadamente 600 firmas) micro ou pequenas. Dos cerca de R$ 1,5 bilhão disponibilizado nesses cinco editais, 60% (quase R$ 1 bilhão) foram destinados às PME, de acordo com balanço da Finep. A maior parte desses projetos foi das áreas de serviços de tecnologia da informação e fabricação de produtos de informática, eletrônicos e ópticos.

Fonte: http://www.inovacao.unicamp.br - Por Guilherme Gorgulho - da FINEP - 22/10/2012

domingo, 28 de outubro de 2012

MCTI anuncia subvenção de R$ 70 mi para TICs

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lança, nos próximos dias, edital de subvenção econômica de TICs no valor de R$ 70 milhões. Parte desses recursos será destinada ao desenvolvimento de soluções visando a segurança da internet.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo coordenador-geral de Serviços e Programas de Computador, Rafael Moreira, durante o III Seminário de defesa Cibernética, promovido pelo Ministério da Defesa em Brasília. Segundo ele, o mercado de segurança na web, que em 2010 movimentou US$ 5 bilhões, chegará a US$ 80 bilhões em 2014.

Moreira disse também que o edital está em consonância com a estratégia de defesa nacional para as áreas de cibernética, espacial e nuclear. Por meio desse programa, já foi criado o Centro de Defesa cibernética (CDCiber) e produtos, como o desenvolvimento de um antivírus nacional, que começará a ser distribuído em janeiro de 2013 (versão 1.0); um simulador de defesa, que começará a ser usado no próximo mês; e um filtro de monitoramento da web, já testado com sucesso durante a Rio+20.

Todos os produtos estão sendo desenvolvidos por empresas nacionais, com cláusula que impede suas vendas para companhia estrangeiras. “É um mercado ainda incipiente e que precisa ser incentivado”, disse o ministro da Defesa, Celso Amorim.

Fonte: Escrito por Lúcia Berbert - Publicado em Quarta, 24 Outubro 2012 no www. telesintese.com.b

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Financiamento de R$ 1,2 bi para PME sai até dezembro, promete ministro

Recursos fazem parte do edital de subvenção econômica da Finep destinado a projetos de inovação em TI.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, anunciou a retomada da Subvenção Econômica para micro, pequenas e médias empresas (PMEs) de tecnologia. Segundo ele, o orçamento total para o financiamento de inovação nessa modalidade é de 1,2 bilhão de reais, até 2014.

“Isso significa algo em torno de 400 milhões de reais por ano, só para as pequenas e médias empresas de tecnologia que serão beneficiadas”, explicou, acrescentando que os editais de lançamento do programa serão anunciados até o final deste ano já com orçamento aprovado.

O programa de subvenção econômica, desenvolvido pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – agência vinculada ao MCTI –, estava desativado desde 2010.

“Estamos retomando o programa da Finep dentro dos mesmos padrões. O governo tem que financiar o risco para que as PME, através da subvenção econômica, possam desenvolver suas iniciativas inovadoras e colocar novos produtos no mercado”, disse Raupp.

“Com essa modalidade é mais fácil incluir as pequenas empresas. Como é um recurso para o desenvolvimento de produto, então precisa ser distribuído rigorosamente dentro dos critérios dos editais públicos”, comentou Raupp.

Inovação Durante a Exposição e Conferência de Inovação e Empreendedorismo de Base Tecnológica (Expocietec), realizada em São Paulo, Raupp enfatizou em sua palestra que a inclusão da inovação ao escopo do ministério é definitiva.

“Apesar de a ciência e a tecnologia serem atividades transversais de importância geral, recebiam um tratamento setorial. O Plano Brasil Maior inclui a inovação por entender que MCTI tem um papel dentro da política de desenvolvimento econômica do país”, comentou.

Raupp lembrou ainda que, embora o banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) seja o financiador tradicional dos grandes projetos de desenvolvimento industrial, a responsabilidade do financiamento da inovação, por suas necessidades, vem recaindo sobre o MCTI.

“Financiar a inovação tem características especiais que necessitam de estruturas diferenciadas. O BNDES nem sempre tem essa estrutura, por ser dedicado aos projetos de grande porte. Então, a Finep tem criado uma estrutura mais adaptada ao financiamento para micro, pequenas e médias empresas. Tem focado o financiamento desse tipo de projeto de inovação”, relatou.

O ministro reconheceu a importância das empresas geradas no ambiente tecnológico para o País. “São instituições com alunos e técnicos altamente qualificados e imbuídos do empreendedorismo”, concluiu.

Fonte: Da redação - http://computerworld.uol.com.br - *Com informações da agência MCTI

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Subvenção econômica da Finep terá três modalidades e orçamento de R$1,2 bilhão.

Após dois anos de espera, os micro e pequenos empresários poderão voltar a solicitar créditos da subvenção econômica da Finep. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, anunciou, nesta segunda-feira (23), os detalhes da principal linha de financiamento de projetos não-reembolsáveis. Entre as novidades, a criação de duas modalidades para descentralizar a aplicação de recursos e orçamento de R$ 1,2 bilhão para serem aplicados até 2014.

Em agosto, a Finep irá lançar o primeiro pacote de R$ 400 milhões. Além da tradicional chamada por edital, a financiadora irá disponibilizar verba para projetos já apoiados por outra linha de crédito da instituição. “Queremos premiar empresas que tiveram sucesso no processo de inovação e que estão em dia com o pagamentos dos créditos. Elas terão a oportunidade de acessar a subvenção com o mesmo projeto em áreas estratégicas”, explicou o ministro Marco Antonio Raupp em entrevista coletiva durante a 64a Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece até sexta-feira (27), em São Luis (MA).

A modalidade é, de acordo com Raupp, uma junção da subvenção econômica com a oferta de créditos reembolsáveis. A outra opção será a oferta de recursos por meio de parcerias com as fundações de amparo à pesquisa (FAPs) e governos estaduais. A Finep irá repassar verbas para os parceiros que ficarão responsáveis pela organização e seleção dos projetos de acordo com a demanda regional.

“Essa medida permite termos mais capilaridade nos Estados. Muito importante para empresas do Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Eles [FAPs e governos estaduais] conhecem muito mais as demandas regionais que a Finep”, afirmou Raupp. “Atenderemos empresas que num processo nacional não iríamos detectar”, disse.

Apesar dos cortes no orçamento sofridos nos últimos dois anos, Raupp garantiu que haverá recursos para a subvenção econômica de 2013 e 2014. “Não tem perigo de haver redução nesses valores. A cada ano serão cerca de R$ 400 milhões”, ponderou.

O primeiro edital de subvenção econômica foi lançado em 2006. A oferta inicial foi de R$ 300 milhões, sendo financiados 145 projetos no valor total de R$ 272,5 milhões. No ano seguinte, foram financiados 174 projetos. Em 2008, um recorde: R$ 514,6 milhões investidos em 245 projetos. Nos anos de 2009 e 2010, foram aplicados, no total, R$ 768 milhões em 366 projetos.

Fonte: http://www.agenciacti.com.br - por Felipe Linhares

segunda-feira, 18 de junho de 2012

MCTI anuncia lançamento de edital do programa de subvenção.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, anunciou no encerramento da XII Conferência Anpei, nesta quarta-feira (13/06) em Joinville, que um novo edital do programa de subvenção econômica será lançado no segundo semestre deste ano. Ele também revelou que o Programa Nacional de Software, que visa apoiar as empresas do setor, deve ser lançado em agosto.

“Nosso propósito é que essa chamada da subvenção tenha valores superiores aos editais lançados anteriormente, ou seja, será superior a R$ 450 milhões”, contou. O ministro transmitiu sua mensagem por telefone aos presentes à XII Conferência Anpei, enquanto participava da Conferência Rio +20, no Rio de Janeiro.

No caso do Programa Nacional de Software, ele disse que o ministério fará algo inédito em termos de política pública: vai estimular as aceleradoras de startups no setor. O programa seria um piloto que deve ser estendido para outros setores da economia inovadora. Até agora, a atuação do MCTI em relação ao segmento se dá por meio do apoio às incubadoras de empresas de software. “Nosso objetivo é fazer com que tenhamos mais startups e que elas evoluam com maior rapidez”, completou.

Em sua participação na XII Conferência, Raupp parabenizou a Anpei pela realização da XII Conferência. “Cada Conferência Anpei que acontece no Brasil dá um passo à frente no sentido da consolidação da inovação como estratégia número um para o nosso desenvolvimento sustentado”, afirmou, dizendo ainda que percebe um amadurecimento coletivo no País em relação ao tema da inovação.

O ministro e destacou, ainda, pontos em comum na agenda da Anpei e do MCTI. “Considero esse um dado de extrema relevância, pois mostra que estamos todos remando na mesma direção e com os mesmos objetivos”, completou. Como exemplos, ele citou a mobilização pelo direcionamento de parte dos recursos obtidos na exploração do petróleo no pré-sal para ciência, tecnologia, inovação e educação, nas discussões sobre o aprimoramento do marco legal sobre acesso à biodiversidade, a formulação do novo Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e o apoio às micro e pequenas empresas inovadoras.

Raupp terminou sua mensagem dizendo que o MCTI vai apoiar a Associação na publicação impressa do “Guia de Boas Práticas para Interação ICT Empresa”, lançado pela Anpei durante a XII Conferência e elaborado pelos participantes do Comitê Temático de Promoção da Interação ICT-Empresa da Anpei. Fonte: http://www.anpei.org.br

domingo, 24 de julho de 2011

FINEP divulga NÚMEROS da segunda avaliação da Subvenção Econômica

Para as empresas que ainda não atingiram o grande porte, a ausência de pessoal qualificado é o obstáculo de maior relevância para o sucesso de projetos de inovação subvencionados. Essa é uma das conclusões do  2º Seminário de Avaliação do Programa de Subvenção Econômica, promovido pela FINEP. O objetivo da iniciativa é analisar a contribuição do programa para a inovação nas empresas brasileiras e o desenvolvimento nacional.
Foram convidadas as 40 empresas cujos projetos haviam recebido integralmente os recursos até 30 de abril de 2010. Como quatro delas tinham dois projetos cada , o total avaliado foi de 44 projetos, sendo 27 do edital de 2006 e 17 do edital de 2007.
As empresas de pequeno porte são maioria. Há, no conjunto avaliado, uma micro empresa, 18 empresas de pequeno porte, sete pequenas empresas, oito médias, quatro médias grandes e apenas duas grandes empresas.
Quando se fala em apoio a projetos de pesquisa e desenvolvimento, uma das questões é  a efetiva introdução no mercado dos produtos, processos e serviços. No conjunto dos projetos avaliados, havia 107 produtos, processos ou serviços a desenvolver. Destes, 48 já estão no mercado, 18 estão prontos para serem postos à venda e 37 estão em fase de protótipo. Avaliando este indicador com foco nas empresas, temos que, das 40 analisadas, 23 colocaram pelo menos um produto, processo ou serviço no mercado.
Quanto ao alcance das inovações subvencionadas, dos 44 projetos, 23 são inovações para o mercado nacional e 13 para o internacional, além das outras com foco regional.
A área de software lidera, com 17 projetos, seguida pela de defesa, com dez. Há ainda quatro de bens de capital, quatro de nanotecnologia, três de desenvolvimentos relativos a TV digital e dois de energia. As áreas de segurança pública, biotecnologia, fármacos e medicamentos e química também  estão presentes, com um projeto cada.
Oito estados foram beneficiados no grupo avaliado. A Região Sudeste lidera, com a presença de 25 empresas,  vindo a seguir o Sul, com 11, o Nordeste, com três, e o Norte, com uma empresa.
Leia o relatório na íntegra. O primeiro seminário foi realizado em novembro de 2009, com a participação de 23 empresas que haviam conduzido 27 projetos. O relatório também está disponível no site da FINEP.

Fonte: wwww.finep.gov.br