Mostrando postagens com marcador Porto Digital. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Porto Digital. Mostrar todas as postagens

domingo, 7 de julho de 2013

Startups ganham estímulo para carimbar passaporte

Prestes a completar 10 anos, a P3D, nascida na incubadora do Cietec, em São Paulo, é uma das poucas startups brasileiras verdadeiramente internacionalizadas. A empresa exporta seu software educacional 3D para 20 países, em 13 diferentes idiomas. Destinado ao ensino fundamental e médio, o aplicativo alia realidade virtual e tecnologia 3D nas áreas de ciências, geografia, biologia e química. Uma década depois de lançado, ele garante à empresa um faturamento em 2012 de R$ 16 milhões, dos quais pouco mais de R$ 2 milhões com exportação.

“As pessoas não entendiam bem como funcionava e a incubadora só nos aceitou porque um investidor anjo, intermediado pelo próprio Cietec, quis colocar R$ 1 milhão no negócio para que a ideia saísse do papel”, lembra o empreendedor Mervyn Lowe Neto.

Mais tarde, Lowe Neto resolveu bater à porta de investidores estrangeiros. “O aporte foi de R$ 1 milhão, com a obrigação de investir 50% do capital em exportações.” A empresa abriu um escritório na Espanha, ganhou vários prêmios internacionais e é apontada pelo mercado educacional como referência nesse tipo de conteúdo, usado por cerca de 5 mil escolas no exterior e mais de mil no Brasil.

Lowe Neto não esconde que exportar é caro, dá trabalho e o retorno é demorado. “O risco é grande, por isso, antes de ser seduzido pelo rótulo de empresa global, é preciso ter certeza de que o produto oferecido é realmente inovador e tem espaço no mercado desejado.”

Francisco Saboya, presidente do Porto Digital, incubadora de base tecnológica com sede em Recife, concorda com o empreendedor. “O Brasil é prisioneiro do tamanho do seu mercado e o empreendedor enfrenta um ambiente hostil para implantar um novo negócio e fazê-lo deslanchar”.

O resultado desse cenário fica claro, por exemplo, quando comparados os volumes de exportação de softwares da Índia e do Brasil. Enquanto a indústria indiana registra transações da ordem de US$ 60 bilhões, por aqui, entre aplicativos e serviços, os valores giram em torno de US$ 2 bilhões, embora as duas indústrias tenham dado os primeiros passos praticamente na mesma época.

O Porto Digital, que abriga as incubadoras Portomidia e Cais do Porto, se prepara para abrir sua primeira aceleradora de empresas, em janeiro de 2014, em parceria com a Jereissati Participações.

O foco das aceleradoras são as startups com alto de poder de escala em curto espaço de tempo, daí o investimento maior em empresas de tecnologia. E o grupo é maioria entre as 2000 empresas cadastradas na Associação Brasileira de Startups, das quais apenas 20% são internacionalizadas.

É com a disposição de ampliar esse percentual que o Programa Startup Brasil, promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, abrirá no segundo semestre um centro de negócios, no Vale do Silício, nos EUA. A iniciativa, que conta com a parceria da Apex, permitirá que as aceleradoras de todo o mundo, assim como outras startups, conheçam as empresas brasileiras, além de oferecer oportunidade de apoio e serviços como apresentar os empreendedores nacionais a investidores.

O programa quer ligar as startups nacionais às aceleradoras e investidores, e conta com um orçamento de R$ 40 milhões que serão usados para beneficiar 75 brasileiras e 25 estrangeiras que queiram realizar seus trabalhos no Brasil e precisem de capital.

Fonte: http://www.anpei.org.br/ - (Com informações do Valor Econômico)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O caminho e os desafios para internacionalizar uma startup

Painel discute cenário nacional e como se preparar para conquistar o mundo

Os obstáculos que as empresas encontram no processo de internacionalização foram o tema de um painel realizado na Demo Brasil – a primeira edição latino-americana de um dos maiores encontros entre empreendedores e investidores do mundo. O debate, realizado em (26/6), reuniu Francisco Saboya, presidente do Porto Digital; Sérgio Risola, presidente do Cietec; Nicolas Shea, fundador do Startup Chile; Márcio Marques Brito, gestor de projetos de startups do Sebrae Nacional; Augusto Ferreira da Costa Neto, chefe de departamento de investimento em fundos da Finep; e Flavia Egypto, analista de investimentos da Apex.

Shea falou sobre o trabalho da Startup Chile, programa de aceleração criado pelo governo chileno que reúne empreendedores de todo o mundo. Para Shea, esse caráter globalizado é algo natural de qualquer startup e do próprio empreendedorismo. “O empreendedor de verdade não se move apenas por lucro ou sucesso. Ele quer mudar o mundo”, afirmou.

Os painelistas brasileiros concordaram que há um ambiente propício e algumas ferramentas e programas que auxiliam no processo de internacionalização de um negócio, de organizações como o próprio Sebrae, Apex e Finep. Saboya ressaltou, porém, que todas essas ações ainda não são suficientes para estimular a corrida para outros países. “A tributação e a burocracia excessivas ainda gastam a energia da startup logo no começo”, disse. Saboya lembrou que muitas dessas empresas ficam dependentes do tamanho e das possibilidades de crescimento no Brasil e se esquecem dos benefícios de ter um negócio globalizado.

O grupo resumiu algumas dicas que podem ajudar uma startup na hora de fazer as malas e se internacionalizar:

- A empresa precisa surgir globalizada. Sua identidade visual, seu público-alvo, seu produto ou serviço, tudo deve ser pensado tendo em vista não só o Brasil, mas todos os outros países que ela pretende alcançar futuramente;

- Use a internet a seu favor para procurar programas nacionais que estimulem e financiem esse processo, dando assessoria e conhecimento;

- A internet será sua aliada também para descobrir se o país de destino fornece algum tipo de subsídio, as legislações específicas e o que esperar culturalmente;

- Procure se preparar para cursos ou programas de aceleração internacionais que possam catapultar uma presença internacional;

- Formate pitches e apresentações para a busca de investidores também estrangeiros, que possam ajudar o processo com contatos e mentoria.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/ - Por Rafael Farias Teixeira - 27/06/2013

domingo, 22 de julho de 2012

Porto Digital divulga resultado preliminar do processo de incubação.

O Porto Digital divulgou o resultado do processo seletivo para a incubação dos novos empreendimentos na Cais do Porto. Segundo a instituição, ao todo, foram enviadas 37 propostas, das quais 18 foram classificadas.

De acordo com o Porto Digital, todas as propostas foram analisadas por uma comissão julgadora, que classificou as startups com média igual ou superior a três.

Confira a lista dos projetos selecionados:

Atestados.med.br,
Clean care,
Coc4you,
Freshbroker,
Gigamigos,
Socialplaces,
Software sob serviço web de diagnóstico,
Soluções simulação numérica,
Cicerone,
Goow (Widevis),
Economize,
Lixo sustentável,
EATIME,
Great content,
Locus,
Lokokupilo,
Paropar.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Porto Digital: Novos prédios, economia criativa e 20 mil pessoas trabalhando no polo!

O Porto Digital fez seu primeiro debate público sobre a expansão para uma área do bairro de Santo Amaro próximo à Rua da Aurora, e sobre sua nova atuação na área de economia criativa. O presidente do Porto Digital, Francisco Saboya explicou que espera ter 20 mil pessoas trabalhando no polo. Um imóvel localizado na Rua do Lima foi comprado para abrigar um novo projeto imobiliário, que contará com uma incubadora de empresas.

Agora, o Porto terá empresa voltadas para economia criativa, nas áreas de fotografia, publicidade e propaganda, audiovisual, design e jogos digitais. Segundo a lei municipal 17.726/2011, todos os empreendimentos desta região do Porto também terão incentivos fiscais com o abatimento de Imposto Sobre Serviços (ISS). “O momento é propício para a inovação, pois temos um ativo importante no Estado que é nossa criatividade”, disse Saboya. “A Economia Criativa movimenta 600 bilhões de dólares no mundo e seria burrice ficar de fora disso”, completou. O Porto desenvolve atualmente 38 projetos que movimentarão R$ 74 milhões.

A vinda para Santo Amaro também está inserida dentro da ideia original de revitalização de áreas históricas decadentes do Recife. A reforma no imóvel da Rua do Lima começa já em fevereiro e deve ficar pronta em até cinco meses. O lugar terá uma arquitetura arrojada, conforme foi mostrado aos presentes na palestra e como disse Saboya, “vai chamar atenção”. O projeto chamado até agora de Empresarial do Lima prevê abrigar um espaço para incubação e realização de negócios, auditório para 50 pessoas, três salas de reunião, além de um café. A área atual é de 780m², mas pode aumentar.

Já no Recife Antigo foram anunciados a compra de dois imóveis na Rua do Apolo, o Sobradinho e o antigo Convento, um degradado prédio de dois andares na esquina da via. A atual sede de gestão na mesma rua será o Porto Media, que vai abrigar empresas de economia criativa e ainda terá espaço para exibições artísticas e um observatório para estudos e prospecções. “A principal vantagem para as empresas que trabalham com criatividade ao embarcarem no Porto será a sinergia de estarem juntas”, disse Saboya.

Os investimentos para aumentar o foco de atuação do Porto e também sua expansão territorial trarão benefícios para a cadeia produtiva da produção cultural, com os novos equipamentos anunciados nesta quarta. Uma delas é um estúdio de mixagem de som e imagem certificado que possibilitará que produtos audiovisuais possam ser finalizados aqui e não mais em outras cidades, como antes.

Ainda será anunciado um edital para que novas empresas sejam embarcadas no polo, o que deve acontecer entre março e abril. Atualmente, 200 empresas fazem parte do Porto Digital, com um faturamento que ultrapassou R$ 1 bilhão. Um novo encontro foi marcado para a próxima quarta-feira, também no Espaço Muda, para tirar dúvidas. A ideia é que seja algo mais prático, voltado para empresas ou empreendedores de economia criativa que queiram embarcar no polo.

Fonte: http://blogs.ne10.uol.com.br - POSTADO POR Paulo Floro

domingo, 8 de janeiro de 2012

Conheça a lei que marcou a expansão territorial e a ampliação dos setores econômicos do Porto Digital .

Economia Criativa agora faz parte do escopo do Porto Digital. Além disso, o quadrilátero do bairro de Santo Amaro, compreendido entre a avenidas Norte, Cruz Cabugá, Mário Melo e a rua da Aurora também foi incorporado ao território do Porto Digital.

No dia 28 de dezembro de 2011, o prefeito do Recife, João da Costa, assinou a lei que reconhece a expansão do Porto Digital para o bairro de Santo Amaro, região que passa a ser beneficiária dos incentivos fiscais do Porto Digital. A mesma lei amplia a área de atuação do parque, que agrega formalmente, a partir de agora, o setor da Economia Criativa. Para ver a lei, clique aqui.

O território do Porto Digital irá se estender definitivamente para o "Quadrilátero Aurora", (assim é conhecido o território nos meios de planejamento), uma área de 450mil m2 situada em Santo Amaro, entre as Avenidas Norte, Cruz Cabugá, Mário Melo e Rua da Aurora.

Os empreendimentos da chamada Economia Criativa que se fixarem no bairro de Santo Amaro ou no Bairro do Recife também terão, assim como as empresas de Tecnologia da Informação, o direito ao benefício da redução do ISS, de 5% para 2%. Assim, o Parque deixa de ser, desta forma, um ambiente voltado unicamente à inovação tecnológica para passar a abranger também o setor da Economia Criativa.

Em Santo Amaro, o Porto Digital terá capacidade de receber empresas de grande porte, que demandam grandes áreas, em prédios modernos. Lá, os empreendimentos poderão ser erguidos em altas torres, tendo em vista que não há restrições para demolições ou requisitos de preservação histórica por parte do IPHAN. A região é também uma área habitacional e com grande potencial de construção de estacionamentos para os novos empresariais que devem surgir.

O Porto Digital acredita que a vocação natural da cidade para as ciências e as artes, cultura e tecnologia, aliada ao talento e criatividade do seu povo, representam as bases modernas para a construção do futuro do Recife.

Fonte: http://www2.portodigital.org

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Porto Digital quer capacitar seis mil pessoas!

Antecipando a demanda de mão de obra qualificada para a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o Porto Digital lança um programa de capacitação que irá beneficiar cerca de seis mil profissionais até 2013, devido à importância de qualificar o capital humano do Recife para que a região se torne mais inovadora tecnologicamente frente a outros estados brasileiros e até a países estrangeiros.

“A capacitação é fundamental, porque o ambiente de inovação tem no capital humano a sua principal fonte de conhecimento e geração de competitividade. Esse trio, conhecimento, inovação e competitividade, na nova indústria de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) é essencial e o profissional qualificado, o ativo mais importante”, enfatiza Francisco Saboya, presidente do Porto Digital, considerado o melhor Parque Tecnológico do Brasil conforme Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador 2011, entregue pela Associação Nacional.

Foco

O Programa de Capacitação irá num primeiro momento focar nas plataformas móveis (smartphones e tablets) e na criação de novos aplicativos. Para tanto, o Porto Digital contará com a parceria de seis universidades de Recife – Universidade de Pernambuco, Faculdade Boa Viagem, Santa Maria, Maurício de Nassau, Joaquim Nabuco e Marista, com a possibilidade de aumentar o número de instituições parceiras.

O programa, que abrange cursos de mestrado, especialização e de certificações técnicas, capacitará estudantes das universidades do Recife e profissionais das empresas que estão localizadas no Porto Digital. A capacitação em diversas áreas enfoca linguagem de programação, língua inglesa, gestão de projetos, gestão empresarial, empreendedorismo, qualidade de software e residência em software.

“Queremos fortalecer não só as competências dessas pessoas, mas também certificar jovens das universidades e ampliar a oferta de mão de obra qualificada. Olhamos para as necessidades do país, por isso, queremos tornar o Porto Digital mais atrativo para os grandes empreendimentos, mitigando, dessa forma, o problema da falta de profissionais altamente qualificados”, afirma Saboya


Fonte: http://www.tiinside.com.br