terça-feira, 2 de julho de 2013

Tapete vermelho recepcionou convidados e vencedores do Spark Awards

A Microsoft Brasil e o Startup Farm, em Junho, reuniram a comunidade de empreendedores, investidores e relacionados para celebrar um mercado em crescimento – literalmente com tapete vermelho na entrada, e fotógrafos. No auditório da Microsoft, foram entregues troféus Spark Wards para vencedores de 13 categorias, selecionados por voto popular a partir de indicações. Também, 4 startups que já tinham participado de Demo Days (seja em evento, aceleradora ou edição do Farm) competiram por um troféu (e estas foram selecionadas por avaliadores, em 3 etapas).

Os vencedores levaram para casa um troféu (uma arvorezinha de metal) e uma série de abraços, sabendo que foram os mais votados pela comunidade brasileira.

O apresentador da noite foi Edson Mackeenzy (fundador do Videolog e ex-radialista), e os anfitriões foram Felipe Matos (Farm) e Silvia Valadares (Microsoft).

Vencedores do Spark Awards 2013

Melhor parceiro de comunicação e marketing: NR-7 Comunicação;

Melhor investidor anjo: Cássio Spina;

Melhor espaço de coworking: FIAP Singularity University;

Melhor cidade para empreender: São Paulo;

Melhor evento: Startup Weekend ;

Melhor universidade: UNIFEI, em Itajubá;

Melhor parceiro jurídico: Aloisio Lopes Advogados;

Melhor aceleradora: Wayra;

Melhor fundo de investimento: Rocket Internet;

Empreendedor do ano: Bel Pesce;

Startup do ano: GetNinjas;

Melhor startup latina: Easy Taxi(veja abaixo vídeos em que o co-fundador e CEO Tallis Gomes fala sobre sua nova fase de expansão, como segunda rodada de aporte; ao receber o prêmio, ele agradeceu ao seu CTO Vinicius Gracia e ao líder de mobile Marcio William);

Best of Demo Days: Wiki4Fit



Fonte: http://startups.ig.com.br/ - por Diego Remus - 25/06/2013

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O caminho e os desafios para internacionalizar uma startup

Painel discute cenário nacional e como se preparar para conquistar o mundo

Os obstáculos que as empresas encontram no processo de internacionalização foram o tema de um painel realizado na Demo Brasil – a primeira edição latino-americana de um dos maiores encontros entre empreendedores e investidores do mundo. O debate, realizado em (26/6), reuniu Francisco Saboya, presidente do Porto Digital; Sérgio Risola, presidente do Cietec; Nicolas Shea, fundador do Startup Chile; Márcio Marques Brito, gestor de projetos de startups do Sebrae Nacional; Augusto Ferreira da Costa Neto, chefe de departamento de investimento em fundos da Finep; e Flavia Egypto, analista de investimentos da Apex.

Shea falou sobre o trabalho da Startup Chile, programa de aceleração criado pelo governo chileno que reúne empreendedores de todo o mundo. Para Shea, esse caráter globalizado é algo natural de qualquer startup e do próprio empreendedorismo. “O empreendedor de verdade não se move apenas por lucro ou sucesso. Ele quer mudar o mundo”, afirmou.

Os painelistas brasileiros concordaram que há um ambiente propício e algumas ferramentas e programas que auxiliam no processo de internacionalização de um negócio, de organizações como o próprio Sebrae, Apex e Finep. Saboya ressaltou, porém, que todas essas ações ainda não são suficientes para estimular a corrida para outros países. “A tributação e a burocracia excessivas ainda gastam a energia da startup logo no começo”, disse. Saboya lembrou que muitas dessas empresas ficam dependentes do tamanho e das possibilidades de crescimento no Brasil e se esquecem dos benefícios de ter um negócio globalizado.

O grupo resumiu algumas dicas que podem ajudar uma startup na hora de fazer as malas e se internacionalizar:

- A empresa precisa surgir globalizada. Sua identidade visual, seu público-alvo, seu produto ou serviço, tudo deve ser pensado tendo em vista não só o Brasil, mas todos os outros países que ela pretende alcançar futuramente;

- Use a internet a seu favor para procurar programas nacionais que estimulem e financiem esse processo, dando assessoria e conhecimento;

- A internet será sua aliada também para descobrir se o país de destino fornece algum tipo de subsídio, as legislações específicas e o que esperar culturalmente;

- Procure se preparar para cursos ou programas de aceleração internacionais que possam catapultar uma presença internacional;

- Formate pitches e apresentações para a busca de investidores também estrangeiros, que possam ajudar o processo com contatos e mentoria.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/ - Por Rafael Farias Teixeira - 27/06/2013