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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Gartner aponta 11 tendências de TI que transformarão os negócios a partir de 2014

A convergência de tecnologias emergentes, como computação em nuvem, big data e impressão em 3D, se configura a grande oportunidade para transformação dos negócios das empresas no período de 2014 a 2018, segundo previsões do Gartner sobre tendências da indústria que constam do relatório "Top Industries Predicts 2014: The Pressure for Fundamental Transformation Continues to Accelerate".

O estudo apresenta 11 hipóteses de planejamento estratégico que os CIOs, executivos seniores de negócios e líderes de TI devem considerar em suas iniciativas, a partir do próximo ano. Segundo a consultoria, a maioria das indústrias está enfrentando grande pressão para uma transformação fundamental, incluindo a adoção da digitalização para sobreviverem e continuarem competitivas.

"A transformação continua a ser um fenômeno importante para todos os setores. Muitos enfrentarão grandes desafios em 2014 e nos anos seguintes, e não terão outra escolha a não ser mudar radicalmente seus modelos de negócio estabelecidos", afirma Val Sribar, vice-presidente do Gartner. O analista observa que os líderes e CIOs das empresas devem avaliar cuidadosamente as exigências estratégicas específicas de seus setores, incluindo as demandas dos consumidores e dos seus parceiros, a fim de mapear seus planos de transformação com base na disponibilidade de novas tecnologias, nas mudanças demográficas/comportamentais dos consumidores e nas condições do mercado.

Veja a seguir as principais previsões do Gartner para os próximos anos:

1- Em 2016, um baixo retorno sobre o patrimônio fará com que mais de 60% dos bancos em todo o mundo processem a maior parte de suas transações na nuvem.

2- Até o fim de 2017, pelo menos sete dos dez maiores varejistas multicanal utilizarão tecnologias de impressão em 3D para gerar pedidos de estoque personalizados.

3- Em 2017, mais de 60% das organizações governamentais com um CIO e um diretor digital eliminarão uma destas funções.

4- Em 2017, 40% dos serviços públicos com soluções de medição inteligente utilizarão analíticos de big data baseadas na nuvem para atender às necessidades associadas a ativos, commodities, clientes ou faturamento.

5- Até o fim de 2015, um retorno do investimento (ROI) inadequado levará as seguradoras a abandonarem 40% de seus apps móveis voltados a clientes.

6- A ordem sequencial completa do genoma vai estimular um novo mercado para os bancos de dados médicos, com a entrada no mercado superando 3% até 2016.

7- Até 2017, os gastos com educação online primária e secundária aumentarão 25%, ao passo que as restrições orçamentárias manterão os gastos em categorias educacionais tradicionais estagnados.

8- Em 2018, cerca de 20% do faturamento das 100 maiores empresas virão de inovações resultantes de novas experiências de valor entre setores.

9- Em 2018, a impressão 3D resultará na perda de, pelo menos, US$ 100 bilhões ao ano, em propriedade intelectual, globalmente.

10- Em 2017, 15% dos consumidores responderão às ofertas relacionadas ao contexto com base em seus perfis demográficos e de compra.

11- Em 2015, 80% das empresas da categoria Life Science serão pressionadas por elementos de big data, revelando um retorno de investimento pequeno para os investimentos em TI.

Fonte: http://convergecom.com.br/

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Quatro tendências para a TI e CIOs pelo Gartner

Inovação tecnológica impulsiona novas formas de interação com a TI

A mudança no formato da TI está fazendo com que os CIOs questionem o papel dela nas organização, bem como a função que irão desempenhar, aponta o Gartner, consultoria em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia. Na medida em que as empresas enfrentam a incerteza econômica, as dinâmicas de mercado em constante mudança e a descontinuidade cultural, criadas pela inovação tecnológica, suas diversas partes requerem maneiras diferentes de interagir com a TI.

"Nós somos testemunhas do surgimento de uma nova geração de CIOs, que não tem tanta pressa de correr com a TI mas de assegurar ganhos de valor estratégico para o negócio a partir do uso da tecnologia", disse John Mahoney", vice-presidente e analista do Gartner. "Enquanto isso não estiver totalmente desenvolvido, a extensão da mudança está crescendo e o ponto final chegará nos próximos cinco anos."

O Gartner identificou quatro tendências de TI para as organizações. Elas não são exclusivamente mútuas e podem ser combinadas. Confira abaixo.

TI com um provedor de serviço global

Nesse cenário, a organização de TI está em expansão e integrada a uma unidade de serviço compartilhado que funciona com um negócio, entregando serviços de TI e processos de negócios para empresas. Pode ser virtualizado ou totalmente centralizado, com foco nas áreas de negócios e valor, adotando uma perspectiva de marketing, capitalizando a posição interna e entregando serviços competitivos.

TI como engenharia

Nesse cenário, as capacidades são entregues rapidamente a preços competitivos de mercado. A organização sucede a monitoração da tencologia e os desenvolvimentos de mercado, e construindo especialidades em otimização de TI, administração de pedidos e vendas, e administração financeira de TI. Ela entrega melhorias de custos contínuos, procura por novos métodos de entregar os mesmos serviços por menos, e é altamente responsável pelas mudanças que o negócio precisa.

TI como negócio

Nesse cenário, informação é o produto explícito do negócio ou pelo menos é inseparável deste produto. O negócio é estruturado em torno do fluxo de informação (não o processo ou função) e a organização de TI inovação com novo valor para a cadeia, mais do que somente estar apto a dar suporte a serviços encontrados em cada negócio.

Qualquer um pode fazer parte da TI

Nesse cenário, os líderes do negócio e colaboradores individuais usam a informação e a tecnologia agressivametne para quebrar os parâmetros do negócio tradicional e dirigir uma ambiciosa colaboração. O foco é a informação, mais do que a tecnologia. Negócios muito maduros incluem esse divergente modelo como colaborativo e de potencial inovador. Enquanto os mais tradicionalistas enxergam anarquia neste tipo de proposta, outros veem criatividade livre. Por esta razão, este modelo funciona em situações não tradicionais e negócios dinâmicos, startups, pequisa e desenvolvimento interempresarial e comunidades de risco

Fonte:http://www.executivosfinanceiros.com.br